segunda-feira, 13 de novembro de 2017

É hora de Lutar por uma Nova Política!



A Revista Istoé Independente publicou, no dia 12 de outubro de 2017, de autoria de Fabíola Perez, um artigo intrigante para uma reflexão. O título traz uma ideia de implantar "um novo jeito de fazer política".

É um consenso da maioria dos cidadãos do bem que, ariscando dizer 99% (noventa e nove por cento) dos atuais políticos não nos representa. A grande verdade é que a pessoa eleita à um cargo político é sempre defensora dos seus interesses pessoais, que dentre eles podem estar o enriquecimento, o apadrinhamento de seus seguidores, defendendo benefícios apenas para uma elite.

Diante disso, vem a pergunta intrigante: Será que não existe um ser humano nesse Brasil capaz de provar que existe uma política honesta e transparente? Será que existe um homem ou uma mulher que tem seus valores morais e éticos como basilares da sua vida pública?
Sinceramente, tenho minhas desconfianças sobre a existência de alguém que já está no meio dos lobos e que tenha a coragem de fazer prevalecer seu caráter e a sua dignidade de um político honesto.

Por isso, eu acredito numa renovação completa dos políticos. Defender um novo jeito de fazer política é defender as novas pessoas, as novas oportunidades, as novas ideias, as novas participações de membros da sociedade que nunca tiveram chance de ser um político, mas têm a capacidade de empreender, ensinar e administrar um bem público com seriedade e responsabilidade, cuidando do patrimônio público com respeito e probidade.

Quero ver jovens lutando por novas ideias, quero ver profissionais com ética velando por responsabilidade com o dinheiro público, quero ver idosos tendo a coragem de repudiar o rosto limpo e sorridente de um canalha político que só aparece na época da eleição para surrupiar o voto e depois esquecer dos seus deveres e passar a defender seus próprios interesses. Quero ver nessa nova oportunidade de eleição uma oportunidade de gritar com o dedo na urna que não concordo com a velha política, que abraço as novas ideias, as novas pessoas e deposito minha esperança num novo rumo para minha cidade, meu Estado e meu Brasil.

Assim, "[...] Os novos grupos propõem mudanças, desenvolvem mecanismos para recuperar a ética, incentivam o surgimento de novos nomes para ocupar cargos públicos e pressionam o Congresso para aprovar as transformações que desejam colocar em prática. “O que há de novo nisso tudo é o que o desejo por uma maior participação nas tomadas de decisão vem acompanhado por novas ferramentas que nos permitem ultrapassar as velhas barreiras da ação coletiva”, afirma Ricardo Borges Martins, cientista social, articulador de diversos movimentos e coordenador do grupo Reforma Que Queremos.]" 

"Somos uma geração que ainda não desistiu do Brasil. O caminho não é negar a política". Afirma José Frederico Lyra Netto.

A febre da politicagem está tão alta que o cidadão que manifesta contra a velha política, que denuncia os malandros da politicagem, que repudia o recebimento indevido de dinheiro público, é observado por estes políticos como perseguidores. Que contradição! A vida de um político é transparente e todo cidadão é o fiscalizador das suas ações. Somos todos lutador por um dia melhor, com mais amor, com mais ética, com mais responsabilidade, com mais deveres do que direitos, com mais fraternidade. Queremos um representante que ame o próximo, aquele que levanta na madrugada para colocar o sustento alimentar na mesa da sua família e que ainda é obrigado a retirar da sua renda 27,5% (vinte e sete vírgula cinco por cento) de imposto para o governo. Será que mesmo assim somos obrigados a suportar ladrões na política?

O certo é “que os movimentos têm mostrado é que problemas da democracia só serão resolvidos com mais democracia. A solução para a política é mais política, e não o contrário.” Mas a política séria e nova para a sociedade.

Não afastarei dessa esperança.

Estou com a nova política. É a hora de inovar, renovar e mudar o pensamento sobre política. A verdadeira política ainda não foi defendida.

Novas pessoas, novas ideias!

Por Dr. Charley Tolentino

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