terça-feira, 20 de março de 2018

Operação Caifás: Grupo suspeitava de apuração do MP



O promotor Douglas Chegury explicou que os clérigos desconfiavam da operação antes mesmo dela ocorrer. As escutas telefônicas também corroboram a tese.

Em uma conversa com um interlocutor, datada de 8 de março último, Dom José Ronaldo questiona sobre um padre ter sido chamado para prestar esclarecimentos a respeito de uma festa da igreja, cujas contas não foram prestadas.

"Igreja não tem que prestar conta de festa, dessas coisas, para o Ministério Público", disse.

Em outro trecho, quatro dias depois, o bispo volta a falar sobre possíveis denúncias sobre desvios de recursos. Entre outras falas, ele alega que uma investigação "tem fundamento zero", que "o negócio já morre no nascedouro" e que "investigação de tributos é da Justiça Federal".

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