quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Turismo de caverna no Parque Estadual de Terra Ronca: tem coragem para encarar?




Que tal nadar em um rio dentro de um ambiente totalmente fechado, na escuridão, com pedras, morcegos e insetos por todo lado? Se a ideia incomoda você, a dica é: deixe a adrenalina tomar conta do corpo, supere qualquer receio ou medo e utilize todos os sentidos nessa viagem.

Uma experiência que, apesar de parecer assustadora, é extremamente recompensadora, uma forma singular de contato com a natureza. Um dos roteiros mais famosos do país fica pertinho do oeste baiano: o Parque Estadual de Terra Ronca, localizado nos municípios de São Domingos e Guarani, ambos no nordeste de Goiás, um dos encantos do Planalto Central brasileiro.

Claro, ninguém entra em uma dessas cavernas que começaram a se formar há mais de 600 milhões de anos sozinho. Nem mesmo os sempre presentes geólogos, biólogos, espeleólogos ou fotógrafos especializados em registrar esses ambientes que já serviram de abrigo seguro para o homem das cavernas.

Em Terra Ronca, a presença do guia na prática do ecoturismo é tão indispensável quanto usar um bom e velho tênis: bom o suficiente para não furar ou descolar a sola, capaz de aguentar as caminhadas nas pedras, e velho porque vai ficar todo molhado.

É o guia que vai fornecer os equipamentos de segurança obrigatórios para a aventura dentro das cavernas: capacete e lanterna, além de carregar itens de primeiros socorros e outros apetrechos, como baterias extras.

A maioria dos guias credenciados conduz o visitante a apenas cinco cavernas: Angélica, Terra Ronca 1, Terra Ronca 2, São Mateus e São Bernardo. Mas há pelo menos um mais experiente que topa levar a outras que exigem mais técnica, preparo físico e psicológico.

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