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quinta-feira, 12 de março de 2020

Operação Mambaí: Servidores da antiga Agetop são alvos de operação em cinco municípios goianos



A Polícia Civil (PC) realiza, na manhã desta quinta-feira (12), a operação Mambaí que apura a existência de um grupo formado por servidores da antiga Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop), associados com membros de empresas privadas.

O ex-diretor de obras da Agetop, Marcos Musse, é um dos alvos de busca e apreensão. Em nota, a defesa dele afirmou que "apesar da ausência de contemporaneidade com os fatos ocorridos há mais de 06 (seis) anos, não possuindo, assim, os requisitos da medida cautelar de busca e apreensão (urgência), especialmente por ter deixado a Agetop há 05 (cinco) anos, Marcos Musse foi alvo de busca e apreensão sem ter efetivado nenhum pagamento à empresa, inclusive determinando a suspensão da obra". Leia a nota completa abaixo.

Mais de 100 policiais civis cumprem mandados de busca e apreensão em cinco cidades de Goiás. A ação é coordenada pelo Grupo Especial de Combate à Corrupção (Geccor).

Confira a nota completa da defesa de Marcos Musse:

A Operação Mambaí, por meio da qual foram deflagradas medidas de busca e apreensão em diversas cidades hoje, inclusive na residência do ex-Diretor de Obras da AGETOP, é mais uma medida promovida contra agentes do Governo passado sem qualquer lastro com a realidade. O ex-Diretor de Obras da AGETOP, José Marcos de Freitas Musse, sempre agiu com a maior transparência e retidão perante a função que exercia, buscando a todo o tempo a prestação e efetividade do serviço público com qualidade, a fim de atender aos anseios da sociedade Goiana. Apesar da ausência de contemporaneidade com os fatos ocorridos há mais de 06 (seis) anos, não possuindo, assim, os requisitos da medida cautelar de busca e apreensão (urgência), especialmente por ter deixado a AGETOP há 05 (cinco) anos, Marcos Musse foi alvo de busca e apreensão sem ter efetivado nenhum pagamento à empresa, inclusive determinando a suspensão da obra. Causa estranheza a realização de uma medida de tamanha gravidade em desfavor de um cidadão que sempre esteve à disposição da Justiça, inclusive prestando depoimento ontem no Ministério Público do Estado de Goiás, onde deixou explicado com riqueza de detalhes o caso do Aeroporto de Mambaí e demonstrando a ausência de qualquer irregularidade em sua gestão.

Luís Alexandre Rassi e Romero Ferraz Filho
Advogados do ex-Diretor de Obras da AGETOP

Fonte: O Popular

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