segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Piloto morto em Formosa-GO era vice-presidente do Aeroclube Planalto Central


A Federação Brasileira de Voo em Planadores (FBVP) lamentou em nota nas redes sociais a morte do piloto Nilor de Souza Mendes, de 73 anos, num acidente ocorrido neste domingo (20) em Formosa, no Entorno do Distrito Federal. Muito conhecido entre os aficionados pela modalidade, Nilor era vice-presidente do Aeroclube do Planalto Central, o maior clube de voo a vela do Brasil em número de aeronaves, que fica localizado em Formosa, no Entorno do Distrito Federal.

O clube, que existe há mais de 30 anos, permite voos de instrução ao longo de todo o ano e voos de longa distância de janeiro a outubro. De acordo com a FBVP, Nilor era um exímio piloto com vasta experiência na modalidade. Ele estava em seu planador Jantar Standard 3, um dos que integram o Aeroclube do Planalto Central, quando houve o acidente. “Siga em paz no seu planeio final!”, desejou na nota a FBVP.     

A opção por Formosa, segundo o clube se deu porque se trata de uma região repleta de áreas cultivadas que permitem realizar voos de cross-country com segurança e sempre ter opção de pouso fora. “O espaço aéreo a nordeste apresenta pouco tráfego, favorecendo voos de navegação e, ao mesmo tempo, a proximidade à Brasília, 80 km ao sudoeste, oferece excelentes opções de ligação com o resto do país, seja por via aérea ou terrestre”, informa o clube.

A morte de Nilor Mendes foi lamentada pelo ex-procurador geral da República, Rodrigo Janot. O piloto sofreu politraumatismo.

Tristeza sem fim! Perda de um grande brasileiro, amigo, piloto excepcional e um ser humano que não cabe em comentários! Nilor voe em paz! Nos veremos amigo! Prepare os voos! disse Janot

O tenente do Corpo de Bombeiros, Eliton Ataide Ornelas, explicou que no local a corporação foi informada que estaria acontecendo um torneio, no entanto, Nilor não estaria participando do evento. O piloto estaria realizando um voo individual.

A reportagem entrou em contato, por e-mail, com o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) e aguarda um retorno. (com colaboração de Ivânia Cavalcanti).

Fonte: O Popular

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