quinta-feira, 1 de abril de 2021

Prefeitura de Alto Paraíso de Goiás reabre comércio por 14 dias


A Prefeitura Municipal de Alto Paraíso (GO) decretou a reabertura das atividades econômicas da cidade a partir desta quarta-feira (31/3). A medida, divulgada na terça-feira (30/3), tem duração de 14 dias, conforme o Decreto Municipal nº 1.905/2021, que estabelece o revezamento de funcionamento dos comércios na região, devido à situação de emergência na saúde pública gerada pela pandemia da covid-19.

O documento, assinado pelo prefeito de Alto Paraíso (GO), Marcus Adilson Rinco (DEM), também libera o funcionamento de instituições religiosas, desde que a ocupação dos templos seja de 30% da capacidade de pessoas sentadas, com seguimento rigoroso dos protocolos de biossegurança.

Restaurantes, bares e lanchonetes poderão funcionar das 6h às 22h, com lotação máxima de 50% da capacidade de pessoas sentadas. Além desses estabelecimentos, salões de beleza, barbearias, academias, centros comerciais, galerias, shoppings, hotéis e pontos turísticos têm autorização para funcionar, contanto que todos sigam à risca os protocolos de segurança.

O decreto libera ainda música ao vivo em alguns estabelecimentos, sendo limitada à apresentação de dois músicos. Dança e outras atividades que gerem aglomeração de pessoas estão proibidas. Segundo o texto, caberá ao proprietário e funcionários do local impedir a violação das restrições impostas, sob pena de multa e interdição do comércio.

Continuam suspensas, por mais 14 dias, a atuação de vendedores ambulantes nas vias públicas de Alto Paraíso de Goiás. O desrespeito à medida resultará na condução do ambulante à Delegacia de Polícia para assinatura de ocorrência e apreensão das mercadorias.

Isolamento

Embora a prefeitura do município goiano esteja liberando algumas atividades comerciais, a orientação de distanciamento social permanece, assim como o uso obrigatório de máscara ao sair de casa. O descumprimento ao decreto acarreta multa de R$ 500 e encaminhamento à Delegacia de Polícia.

Fonte: Correio Braziliense

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