segunda-feira, 28 de junho de 2021

Buscas por Lázaro Barbosa entram no 20º dia com cerco em bairro onde ele teria sido visto em Águas Lindas de Goiás


A força-tarefa que procura por Lázaro Barbosa começou esta segunda-feira (28), 20º dia de buscas, de forma intensa, com um cerco em um bairro de Águas Lindas de Goiás, no Entorno do Distrito Federal, a cerca de 20 km de onde foi montada a base da operação. Ele é investigado por matar uma família de quatro pessoas em Ceilândia (DF) e por, pelo menos, outros sete crimes em território goiano.

Moradores do Setor Itamaracá, que preferiram não ser identificados, afirmam que, por volta de 21h de domingo (27), Lázaro foi visto, momento em que acionaram a corporação. Porém, ele conseguiu fugir pela mata. Já nesta madrugada, o cerco foi montado.

“Quando a polícia chegou, tentou negociar com ele, falaram: ‘Lázaro, conversa com a gente, vamos negociar’. Mas ele correu para o mato”, disse um morador.

Uma mulher foi vista entrando na mata com policiais que buscam pelo fugitivo. Segundo moradores, ela é ex-companheira de Lázaro.

Até as 6h40 desta segunda-feira, não havia informação se o fugitivo foi encontrado.

Os vizinhos afirmam que esta não é a primeira vez que Lázaro foi visto no setor. Eles relataram que, no sábado (26), o fugitivo esteve na mesma casa, quando denunciaram a situação à força-tarefa. Porém, os moradores alegam que não viram policiais no bairro.

A reportagem pediu, por volta de 2h desta segunda-feira, informações à Secretaria de Segurança Pública sobre o cerco e a ação no setor, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Moradores afirmam que mais de 20 viaturas chegaram ao setor após a denúncia. Um helicóptero e cães farejadores também auxiliam nas buscas nesta segunda-feira, sobrevoando a mata. Ao todo, são mais de 270 policiais envolvidos na força-tarefa.

Na tarde de domingo, policiais estiveram em uma chácara onde a casa estava revirada. Horas antes, no início da manhã, um morador afirmou que o viu nas proximidades da BR-070, em Cocalzinho de Goiás.

Anteriormente, a SSP-GO informou que investiga todas as informações que recebe.

Fonte: G1

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