sexta-feira, 2 de julho de 2021

Policlínica de Posse-GO realiza palestra em alusão ao Dia Nacional do Diabetes


A Policlínica Santa Dulce dos Pobres, em Posse, no nordeste goiano, realizou na última sexta-feira, 25, uma palestra para o público interno da unidade referente ao Dia Nacional do Diabetes, comemorado em 26 de junho. A ação foi organizada pela psicóloga Anna Karolina Rodrigues e a nutricionista Mariana Albino devido à crescente incidência da doença em todo o mundo.

De acordo com a diretora da Policlínica, Silvana Morfadini, a palestra teve o intuito de conscientizar a população quanto a prevenção da diabetes. “A equipe explicou sobre a doença e fez uma demonstração da quantidade de açúcar nos alimentos. Além disso, foi abordado sobre a quantidade ideal de açúcar nas refeições diárias e mudança de hábitos de vida”, explicou.

A diretora da unidade ressalta que o diabetes possui uma alta taxa de mortalidade e um impacto social e econômico grave. “ Infelizmente é fácil conhecer alguém que sofre ou tenha algum parente com a patologia, ações preventivas visam conscientizar a população a fatores que facilitam o desenvolvimento da doença além de ocasionar o aparecimento de outras”, afirmou.

Segundo a nutricionista Mariana Albino, a maioria das pessoas buscam atendimento nutricional após o diagnóstico positivo para a diabetes. “Ao realizar a anamnese com os pacientes observamos o excesso de ingestão calórica e pouco gasto de energia. Isso possui uma causa multifatorial, inclusive o modo de vida acelerado, ocasionado pelo avanço do desenvolvimento de recursos tecnológicos que torna o indivíduo cada vez mais sedentário. Com isso, as pessoas optam por alimentos mais práticos e pouca ingestão de fibras na alimentação”, revelou.

A psicóloga Anna Karolina relatou que houve um aumento na procura por atendimento psicológico de pacientes diabéticos. “A principal dificuldade de trabalhar com este paciente é a aceitação da patologia, pois chegam no consultório resistentes à mudança do estilo de vida, É preciso quebrar esse ciclo vicioso, para que o paciente tenha maior qualidade de vida, apesar de não ter cura, é possível criar hábitos saudáveis e esse é o grande desafio”, afirmou a profissional.

Fonte: Secretaria Estadual de Saúde

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