quinta-feira, 14 de outubro de 2021

Ambulância de Campos Belos-GO capota e tem perda total


Uma ambulância de Campos Belos, nordeste do estado, capotou na noite da última segunda-feira (12) enquanto voltavam de um atendimento na capital e ficou totalmente destruída.

O veículo não transportava pacientes. O motorista e a técnica de enfermagem que estava na ambulância, apesar do grande susto, tiveram apenas ferimentos leves.

O local e a dinâmica do acidente não foram divulgados pela prefeitura.

A ambulância foi doada no final do ano passado pelo Rotary Club de Campos Belos, bem no auge da segunda onda da pandemia da Covid-19, para ajudar o Poder Público no transporte e bem-estar dos pacientes.

Rotary Club informou que a entidade doou a ambulância e um dos compromissos assumidos pela prefeitura de Campos Belos (GO), inclusive em documento assinado, era de fazer um seguro de automóvel.

“Mas, infelizmente, a notícia que temos é que o seguro não foi feito e o carro está com perda total após o capotamento. Uma decepção e uma frustração enorme”, disse o rotaryano.

O projeto de aquisição contou com a participação de muita gente da comunidade durante uma campanha da entidade, que arrecadou os recursos e fez a compra da ambulância.

O Blog procurou a Assessoria de Comunicação da prefeitura de Campos Belos (GO), que confirmou o capotamento e a informação de que o veículo não tinha seguro.

O órgão informou ainda que, em realidade, a atual gestão assumiu a prefeitura e encontrou toda a frota municipal sem seguro. Apenas uma ambulância que presta serviço ao SAMU está assegurada.

A Assessoria disse também que veículo doado pelo Rotary, quando a atual gestão assumiu o comando, nem placas tinha e também não estava em nome da prefeitura.

E como toda a frota estava sem seguro, o órgão estava estudando e procurando brechas no orçamento municipal para a contratação de uma seguradora de veículos especializada em bens de órgãos públicos. “Infelizmente este acidente ocorreu antes dessa contratação”, disse a Assessoria.

Fonte e texto: Dinomar Miranda



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